Danielle me ligou cedo, disse que me esperava para jantar. Fiquei intrigado com sua ligação, fazia meses que não me procurava. A última vez fora numa tarde chuvosa de abril para me dizer que estava tudo terminado entre nós. Nunca fomos namorados e nem tivemos algo mais sério, éramos amigos que gostavam de proporcionar prazer um ao outro.
Nosso encontro estava marcado para as 21 horas em um restaurante italiano; boa comida, local discreto. Poderíamos conversar bastante e colocar em ordem pensamentos e desejos. Na hora combinada Danielle entrou, usava um vestido tomara-que-caia estampado, o que valorizava ainda mais o seu corpo bem cuidado. Ela é uma mulher que está chegando aos 30 anos e como toda mulher nessa faixa etária, apresenta uma beleza madura, algo de fascinante no jeito de olhar, falar e agir. São mulheres que sabem o que desejam.
Entre uma taça e outra de vinho, seu semblante modificou. Com olhar lascivo me provocou, disse por entre os dentes; “estou sem nada por baixo”. Aquela era a senha. Pedi de imediato a conta. Antes de entrarmos no carro, Danielle levantou o vestido para mostrar que não havia mentido. Nada tapava seu sexo liso e belo. Senti percorrer em mim um calor, uma vontade de possui-la ali mesmo, por entre os carros. Ela sabedora de meus impulsos negou. Ainda – disse ela – eu teria uma surpresa no caminho para casa.
Uma de suas qualidades além da imaginação fértil é saber como deixar um homem excitado com suas mãos e boca. E assim o fez. Pediu para que dirigisse pelas ruas mais movimentadas e sem rodeios abriu meu zíper e começou a acariciar e depois chupar-me com vontade. Era a devassa de sempre. A minha mais desejada transa.
Chegamos a sua casa e sem perdermos tempo começamos a nos beijar enquanto nossas roupas iam ficando pelo caminho até o quarto. Não me surpreendi quando encontrei o quarto preparado para aquela noite. Vendo minha vontade estampada no rosto e corpo, propôs que tomasse uma ducha enquanto, disse ela, preparava a trilha sonora para aquela noite.
Durante o banho só pensava em seus gemidos, seu quadril frenético. Quando me chamou não demorei para secar-me e saindo do banho encontro-a deitada sob lençóis brancos. Puxo ele e a encontro usando lindas meias 7/8 brancas como a neve. Seu corpo estava mais belo do que antes, estava malhando toda manhã e isso a deixou com coxas mais grossas, seus seios são de bom tamanho e convidavam minha boca e língua para percorre-los, seu quadril é largo, delicioso de ser devorado quando fica de quatro, e aqui cometo uma indiscrição ela ama ser possuída assim.
Ao ver seu sexo liso e rosado, não pensei duas vezes ao te-lo em minha boca, suguei-a com vontade, deixando a língua invadir cada reentrância, seu corpo respondia aos meus estímulos. Frenética se contorcia na cama enquanto puxava minha cabeça com força. Ouvir os gemidos de Danielle me servia como estimulo extra. Não demorou a gozar. Era chegada a hora de começar a senti-la pulsar comigo dentro. Preparou-se, olhou para trás e disse apenas – entra. Seus loiros cabelos pediram para serem enrolados em minhas mãos enquanto entrava com força em minha deliciosa amiga. Ela estava totalmente entregue aos meus cuidados e assim o fiz. Exalava uma fragrância que era puro sexo e desejo. Nossa noite continuou sem pressa de acabar, regada a beijos, sexo, massagens, sonhos e fantasias.
Ao acordar, me olhava sentada de uma cadeira aos pés da cama, vestida apenas com minha camisa branca, aberta até onde me permitia ver seus montes, me surpreendeu ao dizer: Te amo, fica comigo? Sorri e sem dizer uma palavra, ela entendeu minha resposta e uma vez mais nos amamos sem pressa de acabar.