sábado, 12 de dezembro de 2009

Danielle



Danielle me ligou cedo, disse que me esperava para jantar. Fiquei intrigado com sua ligação, fazia meses que não me procurava. A última vez fora numa tarde chuvosa de abril para me dizer que estava tudo terminado entre nós. Nunca fomos namorados e nem tivemos algo mais sério, éramos amigos que gostavam de proporcionar prazer um ao outro.

Nosso encontro estava marcado para as 21 horas em um restaurante italiano; boa comida, local discreto. Poderíamos conversar bastante e colocar em ordem pensamentos e desejos. Na hora combinada Danielle entrou, usava um vestido tomara-que-caia estampado, o que valorizava ainda mais o seu corpo bem cuidado. Ela é uma mulher que está chegando aos 30 anos e como toda mulher nessa faixa etária, apresenta uma beleza madura, algo de fascinante no jeito de olhar, falar e agir. São mulheres que sabem o que desejam.

Entre uma taça e outra de vinho, seu semblante modificou. Com olhar lascivo me provocou, disse por entre os dentes; “estou sem nada por baixo”. Aquela era a senha. Pedi de imediato a conta. Antes de entrarmos no carro, Danielle levantou o vestido para mostrar que não havia mentido. Nada tapava seu sexo liso e belo. Senti percorrer em mim um calor, uma vontade de possui-la ali mesmo, por entre os carros. Ela sabedora de meus impulsos negou. Ainda – disse ela – eu teria uma surpresa no caminho para casa.

Uma de suas qualidades além da imaginação fértil é saber como deixar um homem excitado com suas mãos e boca. E assim o fez. Pediu para que dirigisse pelas ruas mais movimentadas e sem rodeios abriu meu zíper e começou a acariciar e depois chupar-me com vontade. Era a devassa de sempre. A minha mais desejada transa.

Chegamos a sua casa e sem perdermos tempo começamos a nos beijar enquanto nossas roupas iam ficando pelo caminho até o quarto. Não me surpreendi quando encontrei o quarto preparado para aquela noite. Vendo minha vontade estampada no rosto e corpo, propôs que tomasse uma ducha enquanto, disse ela, preparava a trilha sonora para aquela noite.

Durante o banho só pensava em seus gemidos, seu quadril frenético. Quando me chamou não demorei para secar-me e saindo do banho encontro-a deitada sob lençóis brancos. Puxo ele e a encontro usando lindas meias 7/8 brancas como a neve. Seu corpo estava mais belo do que antes, estava malhando toda manhã e isso a deixou com coxas mais grossas, seus seios são de bom tamanho e convidavam minha boca e língua para percorre-los, seu quadril é largo, delicioso de ser devorado quando fica de quatro, e aqui cometo uma indiscrição ela ama ser possuída assim. 

Ao ver seu sexo liso e rosado, não pensei duas vezes ao te-lo em minha boca, suguei-a com vontade, deixando a língua invadir cada reentrância, seu corpo respondia aos meus estímulos. Frenética se contorcia na cama enquanto puxava minha cabeça com força. Ouvir os gemidos de Danielle me servia como estimulo extra. Não demorou a gozar. Era chegada a hora de começar a senti-la pulsar comigo dentro. Preparou-se, olhou para trás e disse apenas – entra. Seus loiros cabelos pediram para serem enrolados em minhas mãos enquanto entrava com força em minha deliciosa amiga. Ela estava totalmente entregue aos meus cuidados e assim o fiz. Exalava uma fragrância que era puro sexo e desejo. Nossa noite continuou sem pressa de acabar, regada a beijos, sexo, massagens, sonhos e fantasias. 

Ao acordar, me olhava sentada de uma cadeira aos pés da cama, vestida apenas com minha camisa branca, aberta até onde me permitia ver seus montes, me surpreendeu ao dizer: Te amo, fica comigo? Sorri e sem dizer uma palavra, ela entendeu minha resposta e uma vez mais nos amamos sem pressa de acabar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A força de um scarpin




Hoje pela manhã algo incrivel ocorreu, fez com que meu complexo pensar desenvolvesse esta tese... peguei-me a admirar os pes adoraveis de uma adorável moça de longos castanhos e encaracolados cabelos, alem de ser dona de um irresistivel olhar e candido sorriso, mas isso não vem ao caso, porque na verdade não eram os pés, eram os sapatos que estavam chamando minha atenção!

Sempre escutei que os sapatos demonstram muito da personalidade e do cuidado que possuimos com a conservação, limpeza e aparencia. Nós homens sabemos que é fundamental um sapato bem engraxado em reuniões, eventos e etc e tal. Pois bem, como dia desses recebi um email que falava sobre as cuecas masculinas, hoje falo sobre o sapato feminino, mas de uma maneira um pouco diferente e rápida!

É impressionante, mas não entendo como algumas mulheres não conseguem valorizar esta parte da vestimenta! Comentei que é terrivelmente brochante olhar de cima abaixo de uma dama e constatar que ela está calçando terriveis sapatos de plataforma, sapatos rasteiros, botas de astronauta, tenis "estronchado", congas, sandális ripongas etc..etc e etc. Exercem um admiração com grande, enorme feitiço os chamados sapatos de salto alto, conhecidos como "scarpin"

Esses calçados trazem uma mensagem, uma grande informação das mulheres que os usam. Eles estão gritando, berrando que suas donas são detentoras de uma personalidade forte, marcante, determinada. Não são mais meninas recem saidas das festas juvenis, são mulheres! Você percebeu o que isso significa? Não? Você está frente a alguém que poderá te ensinar muito, que mostrará uma infinidade de oportunidades e te dirá o quanto ela não suporta infantilidades. Na verdade eles são um aviso que suas donas são fascinantes pela mistura de sentimentos e desejos que trazem em si. E para voce, Ser desavisado, este fascinio não é o fisico, porque ele é passageiro, tenue, estou falando daquele fascinio exercido ao sentar numa mesa e começar a falar desde as brincadeiras de criança, atravessando a crise economica e terminando em Satre, meu caro, levante as maos para os céus, você está frente a uma mulher unica! E pensar que tudo começou com um lindo e belo scarpin preto... azul... cinza... branco...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Conto - Desejos da carne



Meu desejo ao lembrar o teu corpo extremamente desenhado, lindo, branco como a neve e deliciosamente desejavel é correr em tua direção, beijar essa tua boca cheia de promessas, olhar demoradamente por cada centimetro, percorrer com minha mão boba e dedos ágeis todo ele...

sentir a tua lingua na minha, enquanto puxo voce pra perto de mim.

Meus sentidos são bombardeados por teu cheiro e teu toque no momento em que começo lentamente a te despir, tirando tua blusa e jogando-a para um canto do quarto, ouvindo a sinfonia de gemidos e ais que soltas pelo ar.

E ao descer por teu pescoço e encontrar os teus seios, que lindos, generosos e entregues cobram minha boca neles, perco-me em minutos sem fim entre um e outro, aumentando teu prazer, querendo te levar aos ceus da perdição.

A viagem continua e chego aonde somente os privilegiados e os escolhidos estiveram; lisa, imaculada, rósea, lá está, umida, molhada, pronta pra ser devorada. E ela é. Uma lingua bem esperta lambe, percorre toda ela, entra e sai, sente teu gozo, teu cheiro, teu gosto, e tenho a cabeça puxada de encontro ao teu corpo, e sinto você estremecer de prazer enquanto te viro...

Ao faze-lo percebo que o melhor está guardado. Está lá, na medida e no tamanho certo. Um premio! Afasto as carnes e com a ponta da lingua começo um caminho que vai do pubis ao coccix, entrando em cada um dos recondidos que existem, sem nojos ou frescuras, apenas vendo o prazer que a femea que esta ali esta sente. Um bom banho de gato que termina com minha boca percorrendo tuas costas e chegando na nuca... e lá entre mordidas e beijos, começa uma nova etapa, onde enquanto os beijos findam a penetração começa... intensa, forte, movimentos ritmados, com puxoes de cabelo e tapas bem dados, aumentando nosso prazer....

Enquanto cada vez mais molhada e receptiva, recebe de mim o que posso te proporcionar,

gemidos, palavras, expressões, sacanagem da boa; daquela que eleva a alma, que nos faz sentir vivos, desejosos, mas tu queres mais, e me faz parar, olha com a cara mais preparada e diz que agora é a tua vez....

Te ajoelha e usa a boca com a maestria de sempre, me faz voar, me eleva, me traz ao chão e recebe como premio meu gozo em tua boca e para minha surpresa, não desperdiça uma gota....

engole... teu corpo tudo diz....e mais uma vez de quatro te oferece, para este que em duas noites viu uma das mais belas mulheres estar nua a sua espera..

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Conto - Morbido reencontro



O relógio marcava duas da manhã e o toque incessante do telefone, fez com que acordasse de sobressalto. Demorou a colocar os pensamentos em ordem antes de direcionar-se ao aparelho. Aquela voz estava trêmula, vacilante e baixa. Não conseguia acreditar no que escutava; Luiz, seu melhor amigo da infância até o final da universidade estava morto, pior do que isso, só quem falava, era Nicole!

Sentou-se na cama e um filme passou em sua mente, viajou para a noite em que chegou mais cedo na República em que moravam e encontrou-os na cama. Era uma traição que não conseguia superar, afinal Luiz era conhecedor da paixão dele pela moça que contrariando as estatísticas havia se atirado de cabeça na Faculdade de Engenharia. Lembrara que deixara tudo para trás, pediu transferência para outra cidade. Seguia sua vida até receber o segundo golpe, haviam casado naquele mesmo ano, mas e agora, o que fazer? Ser desumano e não prestar a ultima homenagem ao amigo de outrora? Apesar de tudo, sempre encontrara em Luiz um fiel parceiro, um incentivado. Superar a dor e encarar parte de seu passado? Ficou naquele dilema o restante da noite.

Não conseguiu mais dormir, quando fitou o horário, eram 9 horas da manhã e movido pelo impulso sempre presente em seus atos se vestiu, pegou as chaves do carro e seguiu em direção ao compromisso que nunca desejou participar.

Chegou ao cemitério e procurou a capela, ainda pensava de forma irracional não ser possível a partida do amigo, era surreal, mas sim, lá estava Luiz, inerte, com um semblante de quem estava apenas sesteando, mas não, ele não estava mais ali. Olhou rapidamente em redor, e identificou os pais de seu amigo, agachou-se e chorou o mesmo canto de dor enquanto os consolava. Levantou e percorreu uma vez mais o ambiente até seus olhos cruzarem-se com os de Nicole. Ela continuava linda apesar dos anos. Seus olhos grandes e azuis, o nariz bem fino e a boca bem desenhada, sua marca registrada estavam ali. Desejou fugir, mas era tarde, Nicole veio à sua direção e num impulso se atirou em seus braços, chorava como uma criança, nada falaram apenas as lágrimas rolaram. Não havia espaço para justificativas.

Passado o impacto inicial do reencontro, começaram a falar. Ela explicou que Luiz há muito desejava um reencontro, principalmente quando descobriu a doença que lhe consumiu nos últimos dois anos. Quanto mais escutava, mais vil se sentia. O amigo precisou dele e ele havia sumido. Enquanto Nicole versava, seus pensamentos voltavam ao passado e lembrou-se das juras que ambos trocaram, das festas que aproveitaram juntos, das viagens a praia e das vezes que a teve nas mãos.

Foi chamado à si quando escutou baterem na porta da capela, precisavam do responsável para acertar os detalhes do enterro. Ela se dirigiu à saída e com um olhar ele entendeu, foram juntos até a secretaria. Após os trâmites, não agüentou, sabia que o local não era o mais adequado, mas, teve que perguntar o porquê ela havia lhe feito sofrer daquele jeito e a resposta foi mais do que impressionante. Fez porque o amava sempre lhe amou, mas não era uma mulher fiel, o sexo e o amor não andavam juntos e por amar-lhe demais, preferiu deixá-lo livre, ter apenas uma desilusão ao invés de várias.

Tomado daquele impulso e ao vislumbrar uma porta aberta, puxou-a para dentro. Sabiam o que aconteceria, arfavam como dois animais no cio. Suas mãos continuavam hábeis e logo estavam por baixo da blusa, constatando que os seios continuavam irresistíveis e tesos. Suas bocas tocaram-se, as línguas quais bailarinas começaram-se a mover em um ritmo frenético. Ela tirou-lhe a camisa, via que apesar dos 40 anos continuava em forma, sempre havia sido um atleta, tomada de desejo, daquela excitação que se encontra nos adolescentes, abriu-lhe a braguilha e começou lentamente a agachar-se, parecia que sorvia a última fruta do pomar. Ele lembrou-se de quantas noites enlouquecera com aquele ritmo. Continuava a mesma, olhava-o delirar de prazer enquanto o tinha na boca. Levantou-se e com um gesto o fez entender, era sua vez! Tirou-lhe a saia e encontrou-a com as peças que sempre usou, minúscula lingerie cobria-lhe. Puxou a de lado e teve o prazer de escutar os gemidos baixinhos, aqueles que lhe atiçavam, que faziam com que seu lado animalesco falasse. Sim, ela gozou, sentiu-se completa como há muito não sentia. Tirou a blusa e roçou-se no corpo do seu homem do passado, agora desejava novamente ter-lhe dentro dela. Ele sabia como fazê-la delirar, virou-lhe de costas e a penetrou, trazia-lhe contra o corpo, desejando que entrasse em seu peito, que ela não pudesse mais escapar-lhe, que fossem apenas um. Apertava-lhe os seios que de brancos tornaram-se róseos pela força que lhe aplicavam. Suavam, gemiam juntos, de forma cadenciada enquanto viviam aquele momento, não queriam que acabasse. Nicole a cada instante estava mais excitada, molhada, e ele rijo. Não se importavam com o momento e nem com o tempo. Sentindo que gozaria novamente, Nicole e se entregou sublime e ao perceber que o amante faria o mesmo virou-se e rapidamente, se agachou abocanhando-lhe novamente, sorvendo todo o liquido quente que ele despejava, o que fez com desejo, degustando cada gota para delírio dele.

Levantou-se vestiu a roupa e esperou que fizesse o mesmo. Já se preparava para sair quando ele segurou-a pelo braço e cometeu seu maior pecado, perguntou-lhe quando veriam-se novamente. Nicole olhou-o bem e como quem tivesse sido questionada sobre o nome de uma rua, respondeu com um desdém inigualável: nunca, já respondera que o amava, mas não era mulher de um homem só e além do mais haveriam outros como ele que a consolariam naquele dia em que a verdadeira vitima era o seu eterno amigo Luiz.




conto escrito por este humilde blogueiro

sexta-feira, 18 de setembro de 2009




"Nunca
é tarde demais
para ser aquilo
que sempre se desejou ser"
(George Eliot)

domingo, 6 de setembro de 2009

Campanha Polêmica


Independentemente da polêmica, é sempre bom lembrar. Sexo para ser seguro somente com proteção!


Campanha anti-Aids que mostra Hitler fazendo sexo gera polêmica
Anúncios também retratam Stálin e Saddam Hussein. Vírus não poderia ter uma 'cara boa', justifica publicitário.
Da AFP

Uma campanha publicitária contra a Aids lançada na Alemanha provocou polêmica ao mostrar o ditador nazista Adolf Hitler fazendo sexo com uma mulher. O objetivo, segundo a agência que produziu o anúncio, era "sacudir" o público antes da Jornada Mundial contra a Aids, marcada para 1º de dezembro e chamar a atenção contra o sexo sem proteção.
O clipe de 30 segundos mostra um casal tendo relações sexuais em um quarto à meia luz, imitando o estilo de um filme pornô light.

No último plano, revela-se que o homem tem os traços de Adolf Hitler. Ele olha fixamente para a câmera, e aparece a mensagem: "A Aids é uma assassina em massa. Proteja-se".

A agência publicitária Das Comitte também criou cartazes semelhantes com o ditador soviético Stálin ou o ex-presidente iraquiano Saddam Hussein.

ONGs britânicas reclamaram que o anúncio "estigmatiza" os portadores do vírus."Nos questionamos que rosto poderíamos dar ao vírus, e certamente ele não podia ser bonito", justificou Dirl Silz, diretor de criação da campanha.

"A campanha foi planejada para sacudir as pessoas, para colocar o tema Aids e, primeiro plano e para inverter a tendência de ter relações sexuais sem proteção", explicou a agência.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Massagens Sensuais



Extremamente erótica e cheia de ternura, assim é a massagem sensual.

Renova os laços que unem um casal aumentando o prazer e o carinho de tocar e ser tocada. Através da massagem sensual você vai aprender como estimular o seu parceiro, como descontraí-lo e proporcionar prazer mútuo, assim sua relação vai ter uma nova dimensão no que diz respeito ao amor, afeto e prazer.

A massagem sensual apesar de ser falada nos dias de hoje, já era bastante usada a milhares de anos no oriente.

O objetivo da massagem sensual, seja ou não para terminar em sexo, é relaxar corpo e mente, de modo que é importante criar um cenário confortável.

Você pode sonhar a vida inteira com um sexo mais ousado e prazeroso ou, se quiser, pode tornar isso realidade. É verdade! Um bom caminho para isso é usar a massagem erótica antes e durante o sexo, experimentando aumento considerável do tesão, além de conseguir orgasmo mais prolongado de todo o corpo. Está literalmente ao alcance das suas mãos uma noite incrementada de sexo da melhor qualidade.

Não se preocupe se você não é um(a) massagista. O que vale é a boa vontade e o toque de amor. Vão aí algumas dicas:

Prepare o cenário de sua noite de prazer. Faça a alquimia ambiental.

Utilize alguns incensos e produtos indianos você pode usar óleo ou creme de perfume agradável, mas não exagere na dose. Use-o somente para untar as mãos.Alguns óleos e cremes sugeridos:

Peça que sua(seu) companheira(o) se deite nua(u), de bruços, sobre um edredom, por exemplo. Massageie suas costas, com as pontas dos dedos, fazendo pequenos movimentos circulares de pressão, diluindo as tensões que ficaram acumuladas nos músculos. Mais relaxada, ela(e) será uma companhia sexual muito melhor. Ao final, deslize suavemente as mãos por todo o corpo dela(e), sempre no sentido do centro (coluna) para as extremidades do corpo (braços e mãos, pernas e pés).

Faça toques bem leves, toques de pluma, sensibilizando as costas.

Dê pequenas mordidas nas regiões mais tensas.

Passe a língua pela coluna dela(e).

Mordidas leves nas nádegas.

Massageie o pescoço e passe as mãos no topo da cabeça. Passe o polegar no terceiro olho, entre as sobrancelhas.

Peça para ela(e) se virar de barriga para cima, deixando as pernas abertas. Massageie então a região que fica entre o sexo e o ânus, com as pontas dos seus dedos, fazendo movimentos circulares. Massageie suavemente, também, com a palma das mãos, a região das virilhas e do osso púbico.

Faça uma amassadura nos músculos das coxas, como se estivesse preparando a massa de um pão.

Trate muito bem os pés dela(e), massageando-os e deslizando seus dedos entre os dedos dela(e).

Depois vem a barriga, com movimentos circulares, indo com mãos quentes até a região púbica.

E a região do peito. Coloque a palma das mãos sobre os seios dela ou sobre a região dos mamilos dele. Faça movimentos circulares.

Belisque levemente os mamilos, estimulando-os. Passe a língua neles. Dê um beijinho bem no meio do peito.

Passe suavemente as mãos no rosto, diluindo as tensões. E relaxe a região que fica entre as sobrancelhas com os polegares.

Termine a massagem passando as mãos por todo o corpo com toques de pluma, sempre no sentido do centro (peito) para as extremidades (braços e mãos, pernas e pés).

No final da massagem deite-se ao lado de sua(seu) companheira(o).

Um abraço agora pode ser muito bom e sem dúvida o tesão terá outra qualidade.

Está aí um bom roteiro para você seguir numa massagem. Isso funciona muito bem como preliminar do sexo, tornando-o mais sensível e prazeroso.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Mulher de 30 anos


recebido por email e divido com voces... desconheço a autoria.


Sim, é óbvio que eu gosto de ninfetas. É claro também que tenho meus limites, não sou nenhum Humbert Humbert. Mas é impossível, para qualquer homem, deixar de notar os encantos de uma jovem de seus dezoito, vinte anos. Seja a arrogância gostosa daquelas que, ainda adolescentes, acham que sabem tudo sobre a vida; ou a curiosidade instigante das que parecem querer devorar o mundo, tamanha a vontade de aprender; como ficar indiferente? Isso sem falar na malícia disfarçada de inocência… Ou seria a doce inocência temperada de malícia? Não sei. Só sei que algumas até percebem o quanto mexem comigo.Mas, há um problema. Ainda que existam exceções, raras e deliciosas exceções, essas meninas ainda não são mulheres.

“A fisionomia da mulher só começa aos trinta anos”, já dizia Balzac. Irritava-me a falsa modéstia de mulheres deslumbrantes que dizem “mas eu não tenho mais o corpo que eu tinha aos vinte anos”. E quem disse que precisa ter? Perco a fala, fico completamente desorientado e transpiro desejo só porque tenho algum tipo de preferência exótica? É óbvio que não. Demorou, mas descobri que isso não passa de charme, uma estratégia sórdida para chamar a atenção para a beleza das formas de um corpo maduro, esculpido pela experiência e aquecido pela volúpia de quem sabe exatamente o que deseja.

A mulher de trinta anos sabe quem é e sabe bem o poder que tem. Não precisando mais de muitos dos joguinhos que algumas jovens fazem para testar sua capacidade, ela se dedica a outros jogos, muito mais interessantes e excitantes.

Relacionar-se com uma mulher de trinta anos é ensinar e aprender. É ter uma amante perfeita e, ao mesmo tempo, uma companheira de humor sem frescuras e uma amiga capaz de entender e se deliciar com todas aquelas referências pop que você levou décadas para colecionar: ela vai rir gostosamente ao lembrar-se do vídeo de “Total Eclipse Of The Heart”, ou será uma fã sobrevivente de Jackson 5, e isso é ouro! É possível discutir filosofia depois do melhor sexo do mundo ou, o absurdo, conseguir o melhor sexo do mundo após discutir filosofia! (eu indico Sartre) A mulher de trinta anos está mais apta a entregar-se ao amor sem medo. E se for paixão? Ela não perde tempo buscando definições semânticas, ela simplesmente vive!

Mas você aí, que já está com água na boca, não pense que é fácil conquistar uma mulher de trinta anos. Hoje elas são muito mais interessantes e complexas do que eram na época de Balzac, porque são acima de tudo independentes. A mulher de trinta anos é segura de si até quando procura um colo. Ela não tem mais vergonha de ser menina quando precisa, afinal. O que fazer? De minha parte, não tento mais compreender tamanha complexidade (o homem que tenta entender as mulheres é um tolo, simplesmente não as merece); e apenas vivo minha paixão intensamente, cada dia mais fascinado pela mulher de trinta anos…

Conto - Janela Intima



Sempre encarei o hobby de meu irmão, um tanto quanto sem sentido. Ficar horas a fio, com o rosto enfiado em um telescópio observando estrelas não era nem um pouco estimulante. Mal sabia que minha opinião seria modificada radicalmente. Estava cansada das provas finais da faculdade, os exames haviam sido difíceis e o que mais desejava era passar alguns dias longe de toda aquela correria, e que melhor lugar para refugiar-me do que nosso apartamento na Serra? Joguei dentro da mala tudo o que julguei necessário para quatro dias de retiro total e encarei a estrada. Minha surpresa foi tamanha ao chegar e constatar que ele estava em condições deploráveis, gritava urgentemente por uma boa limpeza, minha primeira tarde respirando os ares mais leves do que o da capital foi de total indignação! Estava exausta e ainda por cima tive que limpar, arejar, enfim, dar um “up” total nos cômodos. Quando vi, o sol já havia se escondido e só me restava tomar um banho. A água revigora os ânimos minha avó dizia!

Juro que sai revigorada da ducha, a noite estava abafada o que a tornava minha aliada. Dessa forma conseguia usar meu pijaminha predileto – nada! Estava tudo sensacional, deitei no sofá, peguei um livro que há muito desejava ler e comecei a folhar as páginas, ia sorvendo cada palavra, cada sentido literal, mas em pouco tempo comecei a entediar-me, já estava sem paradeiro, uma vontade louca de fazer algo diferente, sair da rotina. Olho para o canto da sacada e o que encontro? O telescópio de meu irmão. Pensei, bom, vejamos o que de tão engraçado e excitante existe em observar um brilho a milhões de anos luz daqui. Lógico, pra mim não há nada disso na observação estelar. Nosso prédio fica em uma parte alta da cidade o que permite uma visão privilegiada da cidade e logo comecei a direcioná-lo para outras posições, observava os carros, as casas, as pessoas até que tive a visão que mudaria minhas concepções!

Custei a acreditar no que meus olhos viam! Distante algumas centenas de metros, havia uma janela aberta em outro prédio. Conseguia perceber apesar do ambiente em meia-luz um casal se preparando para aquela que considero uma das noites mais incríveis de minha vida, à noite em que fui a voyeur involuntária de um momento regado a fantasias e desejos. A cortina semi-aberta permitia-me ver um casal jovem, uma moça morena de cabelos curtos, bem desenhada, capaz de despertar inveja a muitas mulheres e o homem não menos interessante.

Naquele momento fiquei confusa, não sabia se parava de invadir a intimidade daquele casal ou continuava como uma convidada escondida. O desejo e a curiosidade falaram mais alto e mantive-me ali, enfeitiçada pelo que começava a presenciar. A moça deitou-se nua, completamente entregue ao seu acompanhante, pernas e braços aberto que foram amarrados na cama com lenços vermelhos. Recebeu como recompensa, um beijo demorado, daqueles que fazem nossas pernas estremecer antes de ter seus olhos vendados. Achei loucura uma mulher se deixar dominar daquela forma, mas depois, invejei-a! O homem passou a acariciar seu corpo com uma pena delicada, branca, longa, que percorria cada centímetro, iniciou sua corrida pelos lábios carnudos, descendo pelo pescoço e repousando nos seios, que a esta altura, com seus bicos duros, mostravam que a excitação estava tomando-a, causando espasmos que percebia serem de total prazer. Ele não se manteve inerte, a pena percorreu sua barriga e para minha surpresa, seguiu rumo as pernas e pés da moça. Não preciso dizer que estava completamente enlouquecida com o que presenciava, era inegável que me via naquela situação, sendo desejada, cortejada e estimulada!

Comecei a me tocar, cada lugar que a pena repousava era visitado por minha mão, não tinha a menor idéia de como iria terminar, mas não me interessava, tão pouco se era vista, se meus gemidos eram escutados, o mundo havia parado, só existíamos os três! A sessão continuava, o corpo da jovem era explorado com uma pedrinha de gelo. Em cada passear o rapaz levemente soprava a região, fazendo com que a sensação se multiplicasse em infinitas vezes, ele realmente sabia o que estava proporcionando a sua amante. Minha excitação aumentava cada vez mais, não conseguia parar de me tocar, de me projetar naquela cena, minha vontade era de descer correndo e invadir aquele quarto, pedir para ser amarrada e amada daquela forma! Não acreditei quando ele derramou um pouco de champagne no corpo da mulher e começou a percorrê-la com a boca. As pernas morenas e bem torneadas começaram a levantar aquele corpo de mulher entregue ao prazer e sem muita cerimônia ele a invadiu com sua língua.

Ele fazia sexo oral com maestria, aquela não era encarada como uma região qualquer. Não, era o prêmio conquistado, muito disputado e ele havia feito por merecê-la. Vê-los daquela maneira fez com que sentisse em mim aquela boca, sentia aquelas mãos a passear por meu corpo, aqueles dedos a me desbravar, não conseguia mais parar, estava louca, excitada, tremendo de prazer, desejando uma vez mais transportar-me para aquele quarto, gemia junto com aquela minha doce estranha parceira, o calor tomava conta de mim e chegamos juntas ao gozo, foi indescritível.

Torcia por mais e eles também, o homem fitava sua mulher deitada, entregue recuperando-se de tudo o que havia experimentado e tal como libertador, passou a desamarrá-la, sentia, mesmo a distancia a tensão que ali existia, ela levantou-se, beijou-o novamente demoradamente e foram em direção a janela, ela de costas para ele começou a ser penetrada, e eu ali, fascinada, feliz por ter a possibilidade de continuar vendo-os em ação, mas para minha surpresa, ambos olharam para minha janela, acenaram-me, fechando as cortinas e me deixando apenas imaginando o que se desenrolou naquele quarto.

Nas noites que se seguiram, marcávamos nossos encontros da mesma forma, eles lá e eu aqui, me realizando de uma forma diferente a cada noite. Ah, já ia esquecendo, hoje, tenho um telescópio bem potente na janela de meu quarto, nunca se sabe o que ele pode nos proporcionar nas quentes noites de uma cidade grande!